Marcelo Douek

Descobri que storytelling não é braço, é berço.

Em 2008, eu era diretor de planejamento estratégico em uma agência em São Paulo e já tinha feito umas 300 apresentações para tudo que era cliente. Depois de faturar duas grandes concorrências seguidas (que renderam uma boa promoção), eu achei que tinha chegado lá. Mas as conquistas me levaram à tentação de jogar todos os problemas nas caixinhas “Objetivo / Estratégia / Criação / Execução”. Parecia uma fórmula mágica para convencer os clientes. Até que comecei a bater com a cara na porta. E mais de uma vez.

Aí, percebi que todo mundo estava pensando do mesmo jeito, falando as mesmas coisas. Se eu queria fazer a diferença, precisava ser mais honesto comigo mesmo. Larguei a tal fórmula e passei a contar histórias durantes as apresentações. No começo, fazia meio de improviso. Até que resolvi mergulhar em um curso de roteiro para cinema. Foram 06 meses (e algumas novas conquistas) para eu perceber que o mundo das histórias ia muito além do planejamento de comunicação. A arte de contar histórias me ajudava a resolver grande parte dos problemas que apareciam. Descobri que storytelling não é braço, é berço. E que seus fundamentos tinham aplicações imensas dentro da comunicação. Daí ao nascimento da agência, em 2009, foi um pulo. Há 06 anos, a LUKSO vem se consolidando como uma agência especializada em técnicas narrativas. Nesse período, vários roteiristas ajudaram a co-criar nossa metodologia, os serviços em diferentes áreas se desenvolveram e a cada job, aprendemos um pouco mais sobre a arte de criar histórias.

Hoje, realizamos projetos que vão desde as questões mais essenciais, como fortalecer a mensagem de uma marca, até a criação de planos de engajamento com consumidores, stakeholders e público interno.